Uma mãe, sentada no sofá, derrubando lágrimas em sua calça jeans, diz que não sabe mais o que fazer para ajudar seu filho a deixar as drogas. Conta, sem perceber que as lágrimas escorrem sobre seu rosto sofrido, que o "menino" chega do trabalho e já vai direto para o quintal da casa, onde debaixo de uma árvore acende uma marica e começa a fumar crack, como se fosse a coisa mais normal do mundo. O garoto já é maior de idade mas sua dependência é tão avançada que não percebe estar em uma "prisão psicológica" e, por isso, rejeita a idéia de ir a um psicólogo, muito menos uma internação. A mãe, narra também que o avô sofre tanto quanto ela, porque o neto é o primeiro e muito querido. Poucos dias depois, o "menino" é convidado a conversar sobre seu caso. A ele são apresentados os caminhos e o fim de tudo aquilo que está vivenciando, sobretudo as consequencias de um eventual envolvimento em crimes para satisfação do vicio, após a perda do serviço, o que certamente ocorrerá caso persista no uso. O garoto, ainda consciente do que está fazendo para si e seus entes, fala que tenta resistir mas quando quer ver já está defronte a "boca". Orientado e esperançoso quanto as possibilidades de retorno a uma vida normal, eis que para conseguir dormir tinha que fumar pelo menos um cigarro de maconha, o garoto deixa a entrevista. Passados mais alguns dias, vem a feliz notícia de que ele aceitou internar-se e pretendia, voluntáriamente voltar a ter vontade própria. É o começo de um longo período, talvez contínuo, de superação. Que Deus os abençoe. DIGA
NÃO AS DROGAS! |
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