Civilização do amor
A civilização do amor evoca a alegria: alegria, para além do mais, porque um homem vem ao mundo (cf.Jô 16,21) e, conseqüentemente, porque os cônjuges se tornam pais. Civilização do amor significa “comprazer-se com a verdade”. (cf. 1Cor 13,6)
O amor é exigente
Aquele amor, ao qual o apóstolo Paulo dedicou o hino na Primeira Carta aos Coríntios, aquele amor que é “paciente”, é “benigno” e “tudo suporta” (1Cor 13,4.7) é, sem dúvida, um amor exigente. Mas nisto mesmo está a sua beleza: no fato de ser exigente, porque, deste modo, constrói o verdadeiro bem do homem e irradia-o também sobre os outros.
O amor é verdadeiro, quando cria o bem das pessoas e das comunidades. Somente quem, em nome do amor, sabe ser exigente consigo próprio, pode também exigir amor dos outros. Porque o amor é exigente.
É preciso que os homens de hoje descubram este amor exigente, porque nele está p alicerce que é capaz de “tudo suportar”.
Um amor assim, “tudo suportará”. Atua nele a poderosa força do próprio Deus, que é “amor”. (Carta às famílias João Paulo II).
Colaboração de Irene C. C. César - Guaratinguetá-SP
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