Jataí: a abelhinha do mais doce mel

                    Dezessete anos de caminhada. Mais de 800 grupos de apoio em 22 estados brasileiros, com mais de 60 mil pessoas atendidas semanalmente por mais de sete mil voluntários. Hoje, o Amor-Exigente constitui um diferencial para a família brasileira.

Um homem líder e cheio de ideais: Haroldo. Uma mulher tocada profundamente pela dor. Dor da perda de um filho. Um coração que se compromete com o Criador em ser servo através dos filhos de seus irmãos no Pai. Chamada e escolhida. Um começo discreto, sem banda de música, tendo somente o canto da esperança como alento da perseverança.

Hoje, mulher líder, reconhecida nos mais variados foros - científicos, pedagógicos, familiares, governamentais - voz que se faz ouvida como arauta da fé, esperança e da misericórdia.

Ontem, voz da goiana desbravadora a ecoar pelos cantos e recantos verde-amarelos, voz que não escolheu caminhos, pois não existiam, mas que os fez atendendo os chamados de pais e mães em desespero e angustiados pelos comportamentos enlouquecidos de suas crias que, por ela, foram ouvidos, orientados, esperançados e motivados a serem adequados, persistentes e sanadores.

Uma caminhada de quase duas décadas, permeada pela dor e pela alegria, pelo desânimo e pela retomada, pela dúvida e pela certeza, pelo choro triste e pelos olhos marejados pelas lágrimas mansas de alegria.

Caminhada que lhe proporcionou uma família de milhares de irmãos e irmãs - em cada um deles um pouco de seu doce mel - de companheiros e companheiras de ideais, de José’s e Maria’s que, como ela, peregrinam pelas veredas da vida, semeando flores verdes de esperança, vermelhadas do amor, brancas da pureza de intenções, azuis da paz, douradas dos valores morais e éticos e as multicoloridas da profunda espiritualidade que os envolve e os anima. Tudo começou com a esperança na vitória que, pela força do abandonar-se nas mãos do Criador - fonte de todos os ideais -, se tornou na vitória da esperança.

Agora, esta querida abelhinha, filha de Jataí - não seria ela uma borboleta: flor que se torna anjo ou anjo que se torna alada flor? - termina mais uma etapa de seu labor, alçando vôo pelos caminhos do Amor-Exigente.

Que podemos lhe desejar, como irmãos e filhos de seus ideais a não ser que a Divina Majestade a tenha, hoje e sempre, na vida e na morte, como filha dileta, partícipe de seu pleno amor. Para nós, foi e é uma honra poder partilhar de sua vida. A nossa admiração e a nossa grande gratidão pelo que você se tornou.

Contem conosco, contamos com você, Mara querida!

Neube José Brigagão
Colaboração de Vera Gelas, coordenadora de AE em Marília. As reuniões ocorrem às segundas-feiras, às 20 horas, no Salão Paroquial da Igreja Nossa Senhora de Fátima.

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